Fratura da Diáfise Umeral No tratamento conservador da fratura da diáfise umeral, a contração muscular ativa, o efeito hidráulico das partes moles e a gravidade são os princípios de tratamento com:
- tipoia velpeau
- órtese de Sarmiento
- gesso circular axilopalmar
- tala tipo pinça de confeiteiro
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A órtese de Sarmiento, alternativa B, permite que o braço se movimente dentro de um envoltório ajustado sem deixar a fratura completamente livre. Os músculos comprimidos contra as valvas e a gravidade ajudam a manter o alinhamento.
A peça tem duas valvas de plástico presas por tiras ajustáveis. À medida que o edema cede, o paciente reaperta as tiras, mantendo contato com o ventre muscular. Quando a musculatura contrai contra esse envoltório, a pressão se distribui pelas partes moles; o braço pendurado acrescenta tração longitudinal. Essa é a lógica do efeito hidráulico citado no enunciado (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “A órtese funcional”).
Funcional não significa sem acompanhamento. A técnica exige cooperação, controle radiográfico e cuidado da pele. O ombro faz pendulares, o cotovelo precisa se mover e o paciente não deve apoiar o cotovelo no começo, pois esse apoio favorece varo. A capacidade do ombro e do cotovelo de compensar algum desvio ajuda a explicar o bom resultado em fraturas fechadas e isoladas selecionadas.
A tala em U é uma imobilização provisória útil, mas afrouxa e escorrega; o Velpeau prende o braço ao tórax. Eles podem fazer parte da fase inicial sem reproduzir todo o princípio definitivo da órtese funcional. Não é correto dizer que qualquer tipoia elimina a gravidade, e sim que não constrói o mesmo envoltório de compressão muscular.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo