Na radiografia panorâmica da escoliose, a coluna é considerada descompensada no plano coronal quando a distância de C7 ao centro da pelve passa de
- 2 cm.
- 4 cm.
- 6 cm.
- 8 cm.
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Conceito-chave
Duas curvas de mesmo COBB podem dar pacientes muito diferentes: um com o tronco centrado sobre a pelve, outro com o tronco deslocado para um lado. O equilíbrio coronal mede justamente isso, e é decisivo antes e depois da cirurgia.
Na clínica. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 9 (Scoliosis) (p. 141) descreve o prumo: um fio pendurado em C7 deve cair na prega glútea, com desvio normal de até 1 a 2 cm. Desvio maior pede exame neurológico minucioso, porque a descompensação desproporcional à curva é atípica para a idiopática. O equilíbrio do tronco pode estar alterado sobretudo nas curvas torácicas simples.
Na radiografia. O livro (p. 145) usa a distância entre a vertical de C7 e o centro da pelve (a linha vertical sacral central): acima de 2 cm, a coluna está descompensada. Mede-se também a translação da vértebra apical em relação a essa linha.
Por que importa na cirurgia. O equilíbrio coronal orienta os níveis de fusão. Na curva LENKE 1C, por exemplo, a fusão torácica seletiva deixa a curva lombar sem fusão, e corrigir demais a torácica pode deslocar o tronco para a esquerda, a descompensação que o cirurgião quer evitar. Obliquidade pélvica por discrepância de membros de até 2 cm é aceita; acima disso, nivela-se a pelve antes de medir.
O plano sagital, para comparar. No perfil, o eixo vertical de C7 deve cair perto do canto posterossuperior de S1, e a cifose torácica normal fica entre 20 e 45 graus no Tachdjian.
Por que esta questão foi criada. As provas cobram o COBB e a rotação, mas ainda não o número que define a descompensação, usado em todo planejamento de níveis.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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