O defeito da pars interarticularis da espondilólise não é encontrado em
- ginastas adolescentes.
- crianças de seis anos.
- recém-nascidos.
- adultos inuit.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A espondilólise parece congênita, porque aparece cedo e é familiar, mas é adquirida. A prova disso está em onde ela nunca foi vista.
Ausente ao nascer. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1665) afirma que o defeito nunca foi encontrado ao nascimento nem em acamados crônicos que nunca andaram. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 11 (Other Anatomic Disorders of the Spine, seção Spondylolisthesis) (p. 272 e 274) acrescenta que não ocorre em primatas sem marcha bípede. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 46 (Degenerative Disorders of the Thoracic and Lumbar Spine, seção Spondylolisthesis) (p. 1823 e 1824) explica a física: a força que empurra L5 para a frente é a contração dos eretores somada à gravidade sobre a lordose, e por isso a deformidade não aparece antes de a criança andar. A incidência vai de 0% ao nascer a cerca de 7% aos 18 anos.
Quando aparece. No estudo de 500 crianças da primeira série, a lise estava presente em 4,4% aos 6 anos, chegando a 6% no adulto (C42, p. 1665; T11, p. 271). O fator genético pesa: até 50% entre os Inuit, 6% a 7% dos homens brancos, 1,1% das mulheres negras; 26% dos ístmicos têm parente de primeiro grau afetado (C46, p. 1828).
Onde aparece mais. Esportes de hiperextensão repetida, como ginástica, levantamento de peso, natação, luta e remo, têm prevalência de 11% a 30%, e até 47% em atletas de elite (C42, Box 42.3, p. 1667).
Leitura do conjunto. Fragilidade herdada mais carga em extensão sobre a pars de L5 ao longo dos anos: a definição de uma fratura de estresse num terreno predisposto.
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram a incidência em Inuit e a predominância masculina; o dado que prova que a lesão é adquirida ainda não foi perguntado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo