Após artrodese in situ na espondilolistese de alto grau, o risco de síndrome da cauda equina é maior com ângulo de escorregamento acima de
- 25 graus.
- 35 graus.
- 45 graus.
- 55 graus.
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Conceito-chave
A artrodese in situ parece a cirurgia mais segura para o alto grau, porque não mexe na posição de L5. Ainda assim, ela pode causar cauda equina, e o ângulo de escorregamento diz em quem.
O que é o ângulo. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1670) mede o ângulo entre uma linha paralela à borda de L5 e a perpendicular à face posterior de S1. Normalmente é lordótico; no alto grau vira cifótico, e essa cifose segmentar é o melhor preditor de instabilidade.
O mecanismo da lesão. No escorregamento grave com cifose importante, as raízes sacrais ficam esticadas sobre o dorso de S1, como um fio sobre uma quina. Na cirurgia, o relaxamento muscular da anestesia e a dissecção posterior tiram a contenção, e L5 pode escorregar mais. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1675) aponta risco maior com ângulo de escorregamento acima de 45 graus.
Como prevenir. Nos graus III e IV, examinar antes e depois da cirurgia a sensibilidade perineal, a bexiga e o tônus retal. Se já há déficit, descomprimir, ressecando o lábio posterossuperior do sacro, que é a quina sobre a qual as raízes estão estiradas.
Os outros números. O mesmo ângulo aparece com outros cortes conforme a pergunta: acima de 55 graus se correlaciona com progressão (p. 1670); o capítulo do adulto fala em preditivo acima de 30 graus.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2007 cobrou o corte de progressão; a complicação neurológica da fusão in situ usa o mesmo ângulo com outro corte, e confundir os dois é a armadilha.
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