No reparo da espondilólise, a técnica de BUCK fixa o defeito da pars com
- parafuso intralaminar.
- cerclagem do transverso ao espinhoso.
- parafuso pedicular e gancho laminar.
- haste em V sob o espinhoso.
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Conceito-chave
Todas as técnicas de reparo da pars fazem as mesmas três coisas: limpam o tecido fibroso do defeito, colocam enxerto autólogo e comprimem as duas metades. O que muda é o implante que dá a compressão.
BUCK. Descrita em 1970, usa um parafuso intralaminar que entra pela lâmina, cruza o defeito e comprime as bordas. É minimamente invasiva, preserva o movimento e teve 93% de bons resultados (Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente), p. 1671 e 1672). Exige pars de calibre suficiente para receber o parafuso.
SCOTT. Passa fios em torno do processo transverso e pelo espinhoso, apertando o arco contra o defeito. É a menos rígida, com consolidação perto de 80%.
Parafuso pedicular com gancho. Parafuso no pedículo ligado a um gancho sob a lâmina, que puxa o arco para cima e fecha o defeito: é a montagem mais rígida. A variante com haste em U ou em V sob o espinhoso segue o mesmo princípio, e o Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 46 (Degenerative Disorders of the Thoracic and Lumbar Spine, seção Spondylolisthesis) (p. 1831) a prefere, insistindo que a escolha do enxerto, ilíaco autólogo, é provavelmente o fator mais crítico para consolidar.
Resultado. Com qualquer técnica, o retorno ao esporte fica entre 80% e 90% (C42, p. 1671). KAKIUCHI usava colete por 2 meses e liberava a atividade em 6 meses.
Por que esta questão foi criada. As provas cobram GILL pelo epônimo; os reparos de BUCK e SCOTT são os outros epônimos cirúrgicos do capítulo e ainda não apareceram.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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