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Questão de Espondilólise e espondilolistese (OrtoQuestões Simulados)

ColunaEspondilólise e espondilolisteseOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na espondilolistese da criança, é fator de risco para progressão do escorregamento

  1. sexo masculino na adolescência.
  2. lise unilateral de L5.
  3. escorregamento abaixo de 30%.
  4. diagnóstico antes do estirão.
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Gabarito: D · diagnóstico antes do estirão.

Conceito-chave

Quase toda espondilolistese da criança evolui bem; o trabalho do ortopedista é reconhecer a minoria que vai andar. Os fatores de risco fazem sentido quando se pensa em quanto crescimento falta e em quão frágil está o freio.

O tempo de crescimento. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 46 (Degenerative Disorders of the Thoracic and Lumbar Spine, seção Spondylolisthesis) (p. 1828) lista como fatores de progressão o sexo feminino, escorregamento acima de 50% ao diagnóstico e diagnóstico antes do estirão. Quanto mais crescimento pela frente, mais tempo a carga age sobre um segmento instável; por isso o paciente diagnosticado aos 8 ou 9 anos preocupa mais que o de 16.

O freio. No mesmo trecho entram o tipo displásico, que progride mais que o espondilolítico, a displasia do sacro anterior, o disco degenerado, o ângulo de escorregamento alto e a incidência pélvica alta. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1667) acrescenta que a progressão é incomum abaixo de 30%.

O que não preocupa. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1666) é categórico: as lesões unilaterais nunca escorregaram. Com uma pars inteira, o gancho ósseo ainda segura. E embora a lise seja duas vezes mais frequente no sexo masculino na população, são as meninas que progridem mais.

Como usar. Criança pequena, menina, displásica, com escorregamento grande ou ângulo cifótico: radiografia frequente e limiar baixo para operar. Adolescente madura, unilateral ou abaixo de 30%: tranquilizar.

Por que esta questão foi criada. As provas cobraram o ângulo de escorregamento e a morfologia da alta displasia como preditores, mas não o peso do momento do diagnóstico em relação ao estirão.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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