Na classificação da espondilólise pela ressonância magnética, edema ósseo da pars com corticais íntegras corresponde a
- fratura incompleta.
- fratura completa ativa.
- fratura completa sem edema.
- reação de estresse.
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Conceito-chave
A RM permite flagrar a espondilólise antes de a fratura existir. É a mesma lógica da fratura de estresse em qualquer osso: primeiro o osso sofre, depois racha, depois quebra.
A escala. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 42 (Spondylolisthesis, adolescente) (p. 1669) apresenta uma classificação pela RM em cinco graus. Grau 0: pars normal. Grau 1: edema da medula óssea com corticais íntegras, ou seja, reação de estresse. Grau 2: fratura incompleta. Grau 3: fratura completa ainda ativa, com edema. Grau 4: fratura completa sem edema, a lesão antiga que tende à pseudartrose.
O que o edema significa. A sequência que mostra o problema é o T2 com supressão de gordura: o osso sobrecarregado acumula água e brilha. Enquanto há edema, há biologia em andamento e chance de consolidar. Quando o edema some e o traço persiste, o defeito está maduro e a consolidação com órtese fica improvável.
Por que isso muda a conduta. No grau 1, a pars ainda está inteira: o tratamento é tirar a carga, com repouso relativo, restrição do esporte e reabilitação, e a expectativa é de cura sem defeito. Nas lesões ativas (graus 2 e 3), o objetivo passa a ser consolidar a fratura, com restrição e órtese por cerca de 3 meses. No grau 4, sem edema, a meta é controlar a dor, não fechar o defeito.
Por que esta questão foi criada. As provas ainda não cobraram o estadiamento da lise pela RM, que é a ferramenta usada hoje para decidir se vale a pena imobilizar o adolescente atleta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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