No ferimento por arma de fogo civil com projétil no canal vertebral e déficit neurológico, a retirada do projétil para descomprimir associou-se a melhora motora significativa quando o fragmento estava entre
- T12 e L4.
- T1 e T6.
- T7 e T11.
- C5 e T1.
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Conceito-chave
O capítulo descreve melhora de força após retirada do projétil do canal quando ele estava entre T12 e L4. Essa é a faixa pedida; de T11 para cima, não houve efeito demonstrável na evidência relatada.
O resultado não significa retirar todo projétil retido. A indicação de descompressão é destacada sobretudo no déficit incompleto e progressivo com lesão compressiva identificável. Na lesão completa, o benefício é duvidoso, e operar ferimentos estáveis não melhorou a neurologia nas séries discutidas, com mais complicações (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Ferimento da coluna por arma de fogo”).
Assim, nível e contexto clínico devem ser lidos juntos. O fato de uma faixa ter mostrado benefício não substitui avaliar compressão, progressão e estabilidade. Também não deve ser confundido com a retirada de um projétil intra-articular para reduzir risco de absorção de chumbo, que responde a outra indicação.
Consulte essa seção no resumo da Biblioteca para separar resultado neurológico, instabilidade e toxicidade.
Por que esta questão foi criada. É um resultado específico do capítulo, que diferencia a evidência de descompressão por nível sem transformar a retirada de projétil em rotina.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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