Na cimentação percutânea da fratura vertebral osteoporótica, o destino mais frequente do extravasamento de cimento e a taxa de complicação neurológica são, respectivamente,
- canal epidural; 10%.
- região paravertebral; 1%.
- espaço discal; 10%.
- espaço discal; 0,1%.
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Conceito-chave
A localização mais comum do vazamento e sua consequência mais temida não são a mesma informação. O resumo descreve espaço discal como destino mais frequente, 45%, e complicação neurológica em 0,1%. É o par da alternativa D.
O cimento pode passar ao disco pelos platôs rompidos. Outras direções são paravertebral, epidural e pré-vertebral, mas são menos frequentes na descrição. O extravasamento como um todo chega a ser relatado em até nove de cada dez pacientes e, em geral, não tem consequência. Isso explica como um evento de imagem comum pode coexistir com lesão neurológica rara (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “As complicações do cimento”).
Raro não significa inofensivo: a complicação neurológica pode ser grave e exigir descompressão. Já o cimento no disco pode predispor o platô vizinho a fraturar. A seção do resumo da Biblioteca permite estudar a frequência junto do significado de cada destino, sem confundir ocorrência e gravidade.
Por que esta questão foi criada. Combina a taxa neurológica cobrada no TEOT 2025 com a direção do extravasamento perguntada no TARO 2025.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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