Na fratura-luxação toracolombar (AO tipo C), a abordagem inicial recomendada pelos autores do Rockwood é
- corpectomia anterior isolada com cilindro e placa.
- redução e fixação posterior multissegmentar, mesmo sem déficit neurológico.
- tratamento conservador quando o paciente está neurologicamente intacto.
- laminectomia isolada para descomprimir o canal.
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Conceito-chave
Na fratura-luxação AO C, o problema não é apenas um fragmento que ocupa o canal. Existe translação ou rotação com falha das três colunas, uma perda de alinhamento e sustentação que permanece grave mesmo se o exame neurológico inicial estiver intacto.
Os autores começam por trás, com redução e artrodese posterior multissegmentar, pelo menos dois níveis acima e abaixo. A via extensível facilita a correção em vários planos; o realinhamento pode descomprimir indiretamente o canal. Depois, a tomografia verifica se falta reconstrução anterior (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “C: a fratura-luxação”).
A lógica é tratar deslocamento e instabilidade juntos. Uma laminectomia isolada não restabelece a sustentação, e a via anterior isolada falha nessa lesão segundo o capítulo. Também não se deve esperar aparecer um déficit para reconhecer que a coluna já perdeu estabilidade.
Leia a seção no resumo da Biblioteca para comparar a explosão isolada com o tipo C: a preservação neurológica não tem o mesmo significado de estabilidade em ambos.
Por que esta questão foi criada. É um ponto de conduta destacado pelos autores: o tipo C requer estabilização posterior mesmo sem déficit, ao contrário de padrões estáveis que aceitam tratamento não cirúrgico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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