Na corpectomia anterior de L1 por via toracoabdominal, o lado preferido para o acesso e o motivo são, respectivamente,
- esquerdo; evitar o fígado e reduzir a manipulação da veia cava inferior.
- direito; evitar a artéria de ADAMKIEWICZ.
- direito; evitar a aorta.
- esquerdo; evitar o ducto torácico.
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Conceito-chave
Na corpectomia de L1 pela via toracoabdominal, escolher o lado faz parte da proteção visceral e vascular. O capítulo prefere o lado esquerdo na transição toracolombar para evitar o fígado e reduzir a manipulação da veia cava inferior.
Esse princípio não vale indistintamente para toda a coluna. Acima de T11, o acesso torácico pode ser feito pelos dois lados, em geral pela direita para fugir do coração. Já na transição e em L2–L3 a preferência descrita é esquerda. Portanto, a localização da cirurgia precisa vir antes de uma regra decorada de lateralidade (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Vias de acesso e a artéria de Adamkiewicz”).
O lado esquerdo não elimina outros riscos. Ducto torácico e cisterna do quilo exigem atenção; a irrigação medular também. A artéria de Adamkiewicz costuma nascer à esquerda, com variação de nível, e os vasos segmentares são avaliados com monitorização antes de ligadura. “Preferido” significa um balanço anatômico, não um lado livre de estruturas importantes.
Leia a seção de acessos no resumo da Biblioteca comparando os níveis e as estruturas a preservar.
Por que esta questão foi criada. A lateralidade do acesso é um detalhe anatômico que muda com o nível. O caso de L1 testa a razão da preferência esquerda, não apenas o nome do lado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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