Na fixação posterior da fratura em explosão, a descompressão indireta do canal por ligamentotaxia é ineficaz quando
- o paciente está neurologicamente intacto.
- o fragmento retropulsado está rodado 180 graus, com a cortical posterior voltada para a frente.
- a fratura é operada nas primeiras 48 horas.
- o anel fibroso e o ligamento longitudinal posterior estão íntegros.
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Conceito-chave
Na ligamentotaxia, a distração da montagem posterior traciona estruturas ainda ligadas ao fragmento. O ânulo e o ligamento longitudinal posterior ajudam a puxá-lo de volta do canal para o corpo vertebral. Para funcionar, precisa existir uma ligação capaz de transmitir essa força.
Um fragmento rodado 180 graus, com a cortical posterior virada para a frente, representa a situação em que essas inserções foram perdidas. Esticar a montagem não consegue puxar adequadamente um fragmento que já não está conectado ao sistema tracionado. Essa é a limitação mecânica cobrada, não o estado neurológico isolado nem o número de horas desde a lesão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Como os autores operam a explosão”).
O capítulo descreve ganho de até 50% do canal por descompressão indireta, mas um limite máximo de ganho não garante sucesso em cada caso. Também recomenda cautela ao distrair um paciente neurologicamente intacto. Uma técnica pode ser mecanicamente possível sem ser automaticamente indicada para todo paciente.
A seção no resumo da Biblioteca permite ligar a manobra às inserções que precisam estar preservadas.
Por que esta questão foi criada. É uma pergunta de mecanismo cirúrgico: reconhecer a desconexão do fragmento explica por que a ligamentotaxia pode falhar, sem depender de decorar apenas a imagem de 180 graus.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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