No tratamento conservador com órtese de uma fratura estável de L4, a imobilização adequada é
- órtese toracolombossacra comum, do tipo usado entre T7 e L3.
- órtese cervicotoracolombossacra.
- órtese toracolombossacra com extensão para uma das coxas.
- colete de JEWETT em hiperextensão.
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Conceito-chave
A fratura é de L4, abaixo da faixa habitual do colete toracolombossacro simples. Para imobilizar esse segmento no tratamento com órtese, o capítulo recomenda incluir uma das coxas. É a extensão da órtese para o quadril que diferencia a opção correta.
O nível da lesão muda o desenho: entre T7 e L3, usa-se órtese toracolombossacra; em T6 ou acima, acrescenta-se a região cervical; abaixo de L3, inclui-se uma coxa. Portanto, não se escolhe o colete apenas pelo nome familiar. A região a controlar precisa estar dentro da cobertura apropriada (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A órtese certa para o nível certo”).
O Jewett é um modelo em hiperextensão para deformidade sagital na faixa toracolombar descrita. Ele não substitui a extensão para a coxa exigida na lombar baixa. Depois de escolher a órtese, a radiografia em pé com o dispositivo verifica se o alinhamento se mantém sob carga; a escolha inicial não dispensa esse controle.
O resumo da Biblioteca apresenta as três faixas de nível e ajuda a relacionar extensão da órtese com o segmento fraturado.
Por que esta questão foi criada. É um detalhe prático da seção de órteses: reconhecer que uma fratura estável de L4 pede cobertura diferente da transição T11–L2.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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