Pela classificação AO Spine toracolombar revisada, a fratura que acomete um único platô vertebral e a parede posterior do corpo, com banda de tensão posterior íntegra, é do tipo
- A2.
- A3.
- A4.
- B2.
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Conceito-chave
Um platô fraturado e a parede posterior comprometida formam o padrão A3, explosão incompleta. O termo “incompleta” aqui descreve a extensão pelos platôs, não o estado neurológico: a questão é de morfologia.
A parede posterior separa A1/A2 de A3/A4. Depois, o número de platôs separa os subtipos: um em A1 e A3, dois em A2 e A4. Portanto, o caso não é A2 só porque tem fratura do corpo; o muro posterior é o detalhe que coloca a lesão no grupo de explosão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A AO Spine revisada”).
A banda posterior íntegra evita acrescentar uma lesão B2 ao caso. Se existisse ruptura dessa banda associada à explosão, os dois componentes deveriam ser descritos. O diagnóstico morfológico também não define, sozinho, que todo paciente precisará ser operado.
No resumo da Biblioteca, compare os quatro subtipos A pelas duas perguntas: parede posterior e quantidade de platôs.
Por que esta questão foi criada. A distinção entre A1/A2 e A3/A4 foi cobrada no TARO 2022; o simulado aplica o critério a um padrão de um platô.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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