Na classificação TLICS, recebem 3 pontos no item estado neurológico
- a lesão de raiz e a lesão medular completa.
- a lesão medular completa e a incompleta.
- a lesão de raiz e a síndrome da cauda equina.
- a lesão medular incompleta e a síndrome da cauda equina.
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Conceito-chave
No TLICS, uma lesão medular incompleta pontua mais que uma completa: 3 contra 2. O raciocínio não é diminuir a gravidade da completa, mas dar peso à possibilidade de preservar ou recuperar função com descompressão. A cauda equina também recebe 3 no domínio neurológico.
O quadro completo fica: neurologia intacta 0; lesão de raiz 2; medula ou cone com lesão completa 2; medula ou cone com lesão incompleta 3; cauda equina 3. Portanto, a pergunta deve ser respondida pelo par de categorias de 3, não apenas pelo nome mais impressionante (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “O TLICS: a classificação que vira conduta”).
Esse valor é somado à morfologia e ao complexo ligamentar posterior. Não é a classificação ASIA, embora o exame neurológico seja indispensável para ambos os sistemas: a ASIA caracteriza a função, enquanto o TLICS usa o estado neurológico como um dos domínios da decisão terapêutica.
Leia o quadro no resumo da Biblioteca para revisar as categorias sem confundir pontuação neurológica com gravidade clínica absoluta.
Por que esta questão foi criada. A inversão intuitiva entre lesão completa e incompleta é uma armadilha útil para estudar o TLICS; o capítulo dá peso explícito à função ainda recuperável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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