Fratura em explosão de L1, sem déficit neurológico, com integridade do complexo ligamentar posterior indeterminada na ressonância. Pela TLICS, a pontuação e a conduta são, respectivamente,
- 4; decisão a critério do cirurgião.
- 3; tratamento não cirúrgico.
- 5; tratamento cirúrgico.
- 6; tratamento cirúrgico.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O caso descreve explosão de L1, neurologia intacta e complexo posterior indeterminado. Cada palavra tem um valor: explosão 2, complexo indeterminado 2, neurologia intacta 0. O total é 4, a zona de decisão individual no TLICS.
“Indeterminado” não quer dizer íntegro nem comprovadamente roto. Essa diferença importa porque trocar o domínio ligamentar para 0 ou 3 mudaria o total e a recomendação. A ressonância é sensível para o complexo posterior, mas pode superestimar sua lesão; o capítulo recomenda integrar radiografia, tomografia e ressonância em vez de operar por um sinal isolado (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “O TLICS” e “A ressonância: sensível demais”).
Assim, a escala organiza a incerteza em vez de apagá-la. O julgamento considera o conjunto da lesão; o número 4 não obriga cirurgia nem equivale ao grupo não cirúrgico de até 3. O quadro do resumo da Biblioteca mostra lado a lado o valor ligamentar e os limites de conduta.
Por que esta questão foi criada. É um treino da soma do TLICS e da diferença entre complexo suspeito e roto, combinação que muda a decisão e tem formato típico de caso de prova.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo