Na radiografia em AP de paciente com fratura toracolombar após queda de altura, as duas medidas assinaladas (22 mm no nível acima e 28 mm no nível fraturado) indicam

- envolvimento da parede posterior do corpo, típico da fratura em explosão.
- ruptura do complexo ligamentar posterior, típica da flexão-distração.
- fratura por compressão simples, com coluna média íntegra.
- translação lateral, típica da fratura-luxação.
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Conceito-chave
As setas mostram 22 mm no nível acima e 28 mm na vértebra fraturada. A distância medida é a interpedicular, e seu aumento indica que o corpo vertebral se expandiu para os lados, sinal de explosão. Os números são os da figura e do caso; não são um corte universal para todas as vértebras.
Na explosão, falham as colunas anterior e média, incluindo a parede posterior. O sinal do AP sugere esse padrão; a tomografia complementa a análise do muro e do canal. Não se deve confundir as setas horizontais entre pedículos com a distância entre processos espinhosos, que avalia a banda de tensão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “O que ler na radiografia” e “Fratura em explosão”).
A comparação com um nível vizinho faz parte da interpretação. Uma medida isolada depende da anatomia e da projeção; aqui o próprio enunciado fornece o aumento relativo relevante. Leia no resumo da Biblioteca como esse exemplo conecta a imagem à morfologia.
Por que esta questão foi criada. O aumento interpedicular foi cobrado no TARO 2017 e no TEOT 2022; a figura permite enxergar a diferença em vez de memorizar a expressão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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