Fratura-luxação de T12-L1 com anestesia em sela, retenção urinária e sinais mistos de primeiro e segundo neurônio motor nos membros inferiores sugere lesão
- da cauda equina isolada.
- do cone medular.
- medular central.
- medular anterior.
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Conceito-chave
A fratura está em T12–L1 e o paciente tem anestesia em sela, retenção urinária e sinais motores mistos nos membros inferiores. O conjunto aponta para o cone medular, na transição entre medula e raízes.
No adulto, o resumo situa o afilamento final da medula entre T11 e L1 e a terminação medular em L1. A lesão nessa região pode combinar sinais de primeiro e segundo neurônio motor, déficits nos membros inferiores e alterações vesicais, intestinais e sexuais. É essa combinação, e não apenas o número de uma vértebra, que localiza o caso (Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “O cone medular e a cauda equina”).
A cauda equina contém raízes, não medula. Por isso chamá-la de lesão isolada não explica tão bem os sinais mistos apresentados. Os sintomas esfincterianos precisam ser pesquisados ativamente; o capítulo adverte que uma disfunção vesical pode passar despercebida quando o paciente já chega sondado.
As síndromes central e anterior são padrões de lesão medular incompleta definidos por outras dissociações: predomínio de fraqueza nos braços na central e perda motora/dolorosa/térmica com propriocepção preservada na anterior. Não são a melhor localização para o conjunto em sela e esfincteriano descrito.
Por que esta questão foi criada. Treina a localização pela associação de achados, incluindo uma função vesical que pode ficar oculta pela sondagem.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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