Na fratura de JEFFERSON, a soma do deslocamento das massas laterais de C1 em relação às de C2, na incidência transoral, acima da qual se infere ruptura do ligamento transverso é de cerca de
- 3 mm.
- 5 mm.
- 7 mm.
- 12 mm.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
As massas laterais de C1 se afastaram para os lados numa fratura de Jefferson. O ligamento transverso liga uma à outra por trás do dente e é tensionado pela abertura do anel. A soma dos deslocamentos acima de aproximadamente 7 mm é o indício clássico de ruptura pela regra de Spence.
Na incidência transoral, soma-se quanto C1 ultrapassa C2 em cada lado. O limiar original é 6,9 mm; o resumo também discute 8,1 mm quando se corrige a ampliação da radiografia. A medida é uma inferência da integridade ligamentar, não a imagem direta do ligamento (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “O ligamento transverso decide a estabilidade”).
Uma soma pequena não assegura transverso íntegro. Estudos citados no capítulo encontraram ruptura com deslocamentos menores e correlação imperfeita. A ressonância complementa a investigação ao demonstrar o ligamento diretamente, de modo que a regra não deve decidir sozinha estabilidade ou tratamento.
Também é necessário conservar o tipo de medida: somatório lateral de C1 sobre C2 não é o intervalo anterior entre atlas e dente, medido no perfil.
Por que esta questão foi criada. Distingue medidas da junção cervical alta e reforça que uma regra indireta não substitui a avaliação do ligamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo