O tipo de ANDERSON e MONTESANO da fratura por avulsão do côndilo occipital representada na figura e o achado de ressonância que, para os autores do Rockwood, indica artrodese occipitocervical são, respectivamente,

- tipo I; edema da medula espinal.
- tipo II; hematoma pré-vertebral.
- tipo III; ruptura da membrana tectória.
- tipo III; edema do ligamento nucal.
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Conceito-chave
O desenho mostra um fragmento arrancado da região do côndilo occipital. Na classificação de Anderson e Montesano, a avulsão corresponde ao tipo III. Para decidir sobre artrodese, a pergunta acrescenta uma informação diferente: na preferência dos autores, ruptura da membrana tectória indica comprometimento occipitocervical que pede estabilização.
A classificação diferencia impactação do côndilo, tipo I, fratura da base do crânio que se estende ao côndilo, tipo II, e avulsão desviada, tipo III. Mas o resumo ressalta que a integridade ligamentar pode ser mais decisiva que a aparência do fragmento: membrana tectória rota sugere dissociação occipitocervical oculta (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Fratura do côndilo occipital”).
Edema não é sinônimo de ruptura do estabilizador decisivo. Hematoma ou alteração de sinal chamam atenção para o trauma, mas não substituem a avaliação da membrana. Com ela íntegra, os autores admitem contenção externa mesmo em fraturas desviadas; rota, indicam artrodese occipitocervical.
A figura demonstra o tipo de lesão óssea. Ela não mostra uma ressonância nem autoriza afirmar que a membrana já esteja rota neste desenho; esse é o achado hipotético solicitado na segunda metade da pergunta.
Por que esta questão foi criada. Distingue classificação da fratura e avaliação ligamentar, evitando eleger tratamento apenas pelo fragmento visível.
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