Na fratura por compressão do corpo vertebral da coluna cervical subaxial, a cifose segmentar e a translação sagital que sugerem lesão do complexo ligamentar posterior e instabilidade são maiores que, respectivamente,
- 5 graus; 2 mm.
- 20 graus; 5 mm.
- 11 graus; 1,5 mm.
- 11 graus; 3,5 mm.
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Conceito-chave
No perfil cervical, uma vértebra está inclinada em cifose e deslocada em relação à seguinte. São duas deformidades diferentes: a angulação maior que 11 graus sugere lesão do complexo posterior, e a translação sagital maior que 3,5 mm sugere instabilidade.
A cifose é medida pelo método de Cobb, usando os platôs; a translação compara as linhas que prolongam as paredes posteriores dos corpos. Uma medida é angular, em graus, e a outra é linear, em milímetros. Não se deve levar o número de uma para a unidade da outra (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “White e Panjabi: 3,5 mm e 11 graus”).
Uma cunha óssea pode esconder dano ligamentar. A fratura por compressão sem parede posterior comprometida pode ser estável se não houver translação nem lesão posterior. Quando a cifose e o alinhamento sugerem falha dessa contenção, não basta chamá-la de fratura por compressão e pressupor estabilidade.
Esses sinais devem ser integrados ao exame neurológico, ao disco e aos ligamentos. Eles indicam preocupação com instabilidade, mas não escolhem sozinhos o acesso e a técnica de uma operação.
Por que esta questão foi criada. Treina a associação entre imagem, contenção ligamentar e instabilidade, incluindo a troca de unidades nos distratores.
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