Na radiografia em perfil da coluna cervical após trauma, sugerem lesão subjacente partes moles pré-vertebrais com espessura maior que, respectivamente, na altura de C2 e de C6,
- 6 mm e 22 mm.
- 22 mm e 6 mm.
- 3 mm e 12 mm.
- 12 mm e 30 mm.
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Conceito-chave
Depois de um trauma, o perfil cervical não serve apenas para procurar um traço no osso. Um aumento do tecido à frente das vértebras pode denunciar lesão subjacente: os limites cobrados são mais de 6 mm em C2 e mais de 22 mm em C6.
A pergunta muda de nível porque a espessura esperada não é igual em toda a região cervical. Aplicar o mesmo número aos dois pontos, ou trocar a ordem, transforma uma medida anatômica em uma regra sem referência. O resumo descreve o sinal como muito específico, mas com sensibilidade de apenas 65% (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “A radiografia em perfil”).
Uma medida normal não exclui lesão. Sensibilidade limitada significa que há lesões sem esse aumento visível. Por outro lado, encontrar a espessura aumentada pede correlação com alinhamento, exame neurológico e investigação do trauma; o sinal não identifica sozinho qual osso ou ligamento foi lesado.
A tomografia substituiu a radiografia de rastreio em muitos centros de trauma, mas isso não torna sem valor os sinais que podem ser vistos num perfil já obtido. O erro é usá-los como uma liberação isolada da coluna.
Por que esta questão foi criada. Treina a leitura de um sinal de trauma nos dois níveis corretos e sua limitação como teste de exclusão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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