A medida mostrada na figura, usada na radiografia em perfil para avaliar a junção occipitocervical, deve ser normalmente menor que

- 3 mm.
- 6 mm.
- 12 mm.
- 20 mm.
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Conceito-chave
No desenho, a linha vertical prolonga a parede posterior do áxis, e a medida parte do básio, na base do crânio. Essa relação faz parte da avaliação de Harris da junção occipitocervical, cuja referência clássica é menos de 12 mm.
O intervalo básio-áxis compara o básio com a linha posterior de C2; o básio-dente compara o mesmo ponto com a ponta do odontoide. Cada intervalo é avaliado separadamente, e não como uma soma que precisa caber em 12 mm (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Dissociação occipitocervical”).
Essas medidas procuram reconhecer separação ou deslocamento entre crânio e coluna alta, uma região sustentada por ligamentos. O contexto de trauma e o alinhamento das articulações complementam os números. O resumo registra ainda um limite menor proposto para o básio-dente na tomografia, 8,5 mm; isso não substitui sem aviso o critério radiográfico clássico da pergunta.
A linha anatômica vem antes do valor. Se a medida fosse entre o arco anterior do atlas e o dente, seria ADI e o limite adulto seria outro. Aqui o básio e a linha posterior de C2 identificam a relação occipitocervical.
Por que esta questão foi criada. Treina a identificação das linhas de uma medida antes de escolher o número e evita confundir Harris, ADI e partes moles.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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