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Questão de Anatomia da coluna (R4 Coluna SES-DF 2024)

ColunaAnatomia da colunaR4 Coluna SES-DF 2024

Quanto ao tratamento e o prognóstico da curva escoliótica, Mehta descreveu em 1972, a diferença do ângulo costovertebral na vértebra apical como um dos fatores de progressão da curva. O alto risco de progressão da curva foi definido quando a diferença entre o ângulo costovertebral da concavidade e da convexidade excede:

  1. 25o
  2. 20o
  3. 15o
  4. 10o
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Gabarito: B · 20o

Conceito-chave

Diferença do ângulo costovertebral de Mehta (RVAD). Mehta, em 1972, estudou crianças com escoliose idiopática infantil e mostrou que a relação entre as costelas e a vértebra apical prediz se a curva vai regredir ou progredir.

Como medir.

  1. Na radiografia AP, traça-se uma linha perpendicular à placa terminal da vértebra apical.
  2. Traça-se uma linha do centro do colo ao centro da cabeça de cada costela que se articula com essa vértebra.
  3. O ângulo entre cada linha de costela e a perpendicular é o ângulo costovertebral.
  4. A diferença entre o ângulo do lado côncavo e o do lado convexo é a RVAD.

Interpretação.

  • RVAD menor que 20 graus: a maioria das curvas regride espontaneamente.
  • RVAD maior que 20 graus: alto risco de progressão (cerca de 80%).

Fase da costela.

  • Fase 1: a cabeça da costela convexa não se sobrepõe ao corpo vertebral; usa-se a RVAD.
  • Fase 2: a cabeça da costela convexa se sobrepõe ao corpo apical; indica progressão quase certa, independentemente da RVAD.

Tratamento da escoliose infantil progressiva. Gessos seriados de Mehta (sob anestesia), que usam o crescimento como força corretiva; depois coletes e, em casos refratários, técnicas de crescimento (hastes de crescimento, implantes magnéticos).

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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