Pela classificação de King, trata-se de uma escoliose do tipo:



- II
- V
- IV
- I PROVA APLICADA
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Conceito-chave
Classificação de King e Moe (1983). Foi a principal classificação das escolioses torácicas idiopáticas antes da de Lenke. Considera apenas o plano coronal e serve para escolher os níveis de artrodese posterior (na era do instrumental de Harrington).
| Tipo | Descrição |
|---|---|
| I | Curva em S; ambas cruzam a linha média; lombar maior e menos flexível que a torácica |
| II | Curva em S; ambas cruzam a linha média; torácica maior e menos flexível que a lombar (falsa dupla principal) |
| III | Curva torácica; a lombar não cruza a linha média |
| IV | Curva torácica longa; L5 centrada no sacro e L4 inclinada para dentro da curva |
| V | Dupla torácica; T1 inclinada para a concavidade da curva superior, que é estrutural |
Tipo II e a artrodese seletiva. King mostrou que, no tipo II, era possível fundir apenas a curva torácica, até a vértebra estável, e a curva lombar compensatória se corrigiria espontaneamente. A classificação de Lenke incorporou esse conceito no tipo 1B e 1C.
Limitações. Não avalia o plano sagital nem as curvas lombares principais, e tem reprodutibilidade moderada. Por isso foi substituída pela de Lenke.
No caso. A curva torácica é a maior (52 graus) e rígida, e a curva lombar menor cruza a linha média e é flexível nas inclinações: King II. Na classificação de Lenke, corresponde ao tipo 1B+.
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