**Caso da questão 66:** Paciente de 15 anos, do sexo masculino, vem ao consultório trazido pelo pai, para avaliação do grupo da coluna. O exame físico do paciente evidencia na inspeção: Quanto à maturidade esquelética podemos classificar o paciente, de acordo o índice de Risser, como:
- III
- IV
- II
- V
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Conceito-chave
Sinal de Risser e maturidade esquelética. A apófise da crista ilíaca ossifica de lateral para medial (da espinha ilíaca anterossuperior em direção à posterior) e, depois, se funde ao ilíaco. Na radiografia AP que inclui a pelve, o grau de ossificação estima o crescimento remanescente.
| Grau (sistema americano) | Achado |
|---|---|
| 0 | Sem ossificação da apófise |
| I | Ossificação de até 25% da crista |
| II | 25% a 50% |
| III | 50% a 75% |
| IV | 75% a 100% (ossificação completa, ainda não fundida) |
| V | Apófise fundida ao ilíaco |
Sistema europeu. Divide em terços (0 a 3), com grau 4 para a ossificação completa e 5 para a fusão; há também o Risser 0 com cartilagem trirradiada aberta, que indica maior imaturidade.
Significado clínico.
- Risser 0 e I: grande crescimento remanescente; alto risco de progressão da curva.
- Risser IV: crescimento vertebral praticamente terminando (geralmente coincide com o fim do crescimento da coluna em meninas); a progressão diminui muito.
- Risser V: maturidade esquelética.
Limitações. O Risser aparece tardiamente, após o pico de velocidade de crescimento. Para avaliar melhor o pico, usam-se a classificação de Sanders (mão e punho) e o estado da cartilagem trirradiada.
No caso. Um menino de 15 anos com apófise ilíaca totalmente ossificada, mas ainda não fundida ao ilíaco, é classificado como Risser IV.
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