A fratura odontóide do tipo II de ANDERSON e D’ALONZO está associada a alta taxa de pseudartrose com o tratamento não- cirúrgico.
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Conceito-chave
Uma fratura tipo II do odontoide pode continuar sem união óssea mesmo depois de imobilizada. A afirmação é compatível com o resumo: pseudartrose é uma preocupação importante no tratamento não cirúrgico do tipo II.
Na classificação de Anderson e D’Alonzo, o tipo II atravessa a cintura, na junção entre o dente e o corpo de C2. O tipo III entra no osso esponjoso do corpo, e os resultados de consolidação com imobilização são melhores. Essa diferença impede tratar todos os traços do odontoide como se tivessem o mesmo comportamento (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Por que o tipo II não consolida, e o tratamento sem cirurgia”).
As séries citadas variam: uma encontrou 66% de consolidação do tipo II no halo, outra menos de 50%, e uma série de fraturas de C2 registrou pseudartrose do tipo II perto de 30%. Não são porcentagens intercambiáveis nem uma taxa universal aplicável a qualquer paciente.
Risco de pseudartrose não torna cirurgia obrigatória em todo tipo II. O resumo admite tratamento externo em casos selecionados e observa que alguns idosos alcançam estabilidade fibrosa mesmo sem união óssea. Desvio, alinhamento, condição clínica e demanda mudam a decisão.
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