Na neurofibromatose do tipo I, a escoliose distrófica apresenta curva acentuada, progressiva e de raio curto.
- Certo
- Errado
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Dois padrões na NF1. A escoliose da neurofibromatose tipo 1 pode ser não distrófica, semelhante à idiopática, ou distrófica, associada a alterações estruturais das vértebras e costelas. Reconhecer o padrão importa mais do que apenas medir o ângulo de Cobb, porque a história natural e a resposta ao colete são diferentes.
Curva distrófica. O padrão clássico é uma curva curta, abrupta e acentuada, frequentemente torácica, com tendência a progressão rápida. Podem aparecer afilamento costal, escavação vertebral, cunhamento, pedículos alterados, grande rotação e cifose associada. Deformidade cifótica e displasia apical importante aumentam a preocupação com progressão e comprometimento neurológico.
Conduta. O colete costuma ter pouca eficácia na curva distrófica rígida e curta; por isso o acompanhamento deve ser próximo e a estabilização cirúrgica pode ser considerada mais cedo do que na escoliose idiopática. Na curva não distrófica, a abordagem se aproxima daquela da escoliose usual, sem dispensar vigilância para eventual aparecimento de alterações distróficas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo