A fratura de JEFFERSON acomete ambos os arcos do atlas com traço
- duplo no posterior e único no anterior.
- único no posterior e único no anterior.
- duplo no posterior e duplo no anterior.
- único no posterior e duplo no anterior.
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Conceito-chave
Uma carga axial comprime o atlas e faz seu anel se expandir para os lados. No desenho clássico da fratura de Jefferson, isso produz dois traços no arco anterior e dois no posterior, correspondendo à alternativa C.
O atlas é um anel, e o resumo descreve o padrão de explosão com traços bilaterais em ambos os arcos. A expansão pode aumentar o canal, explicando por que o comprometimento medular é raro na fratura isolada. Essa descrição é diferente de uma fratura limitada ao arco posterior por hiperextensão (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “A fratura de Jefferson”).
Contar traços não basta para decidir estabilidade. O transverso une as massas laterais por trás do dente e pode romper quando elas se afastam. A investigação de sua integridade e do alinhamento C1–C2 continua necessária, ainda que o canal esteja amplo e o paciente não apresente déficit.
O item cobra o desenho clássico, não uma afirmação de que toda fratura do atlas terá exatamente quatro traços. Variantes não devem substituir o padrão que a classificação histórica procura nomear.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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