Na avaliação de vítima de acidente de motocicleta sem dor cervical, indica-se a realização de exame de imagem da coluna cervical em caso de
- associação com fratura de fêmur.
- óbito de outra pessoa envolvida no acidente.
- não uso de capacete no momento do acidente.
- chegada ao Pronto Socorro em menos de oito horas do acidente.
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Conceito-chave
O motociclista não sente dor cervical, mas tem uma fratura do fêmur. Uma lesão dolorosa importante pode desviar a atenção do exame do pescoço: no NEXUS, lesão que distrai impede dispensar a imagem pelos critérios de baixo risco. É a associação da alternativa A.
O raciocínio não é que a fratura femoral prove uma fratura cervical. Ela retira uma condição necessária para confiar numa liberação exclusivamente clínica por essa regra. O resumo exige paciente alerta, sem intoxicação, sem lesão distrativa, sem dor ou sensibilidade cervical e sem sinais neurológicos para dispensar a imagem segundo o NEXUS (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Quem precisa de imagem”).
Ausência de dor não equivale a exame confiável em qualquer contexto. A avaliação considera também estado mental, exame neurológico e outras lesões. O mecanismo precisa ser analisado, e a regra canadense usa outro algoritmo; não se devem misturar critérios incompletos de sistemas diferentes para liberar a coluna.
As demais alternativas podem participar da história do acidente, mas não substituem o fator distrativo explicitamente cobrado. O tempo de chegada, por exemplo, não cria uma janela em que investigar a coluna deixe de ser necessário.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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