Na síndrome medular central, considerando a idade do paciente e o tipo de tratamento, o melhor prognóstico é observado em pacientes
- jovens, não cirúrgico.
- jovens, cirúrgico.
- idosos, não cirúrgico.
- idosos, cirúrgico.
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Conceito-chave
Um paciente jovem com síndrome medular central tende a recuperar melhor que um idoso com comorbidades, mas isso não resolve sozinho a comparação entre operar e não operar. A banca marcou jovens tratados cirurgicamente, alternativa B; o resumo sustenta com mais clareza a parte da idade, sem demonstrar superioridade universal da cirurgia no resultado final.
O capítulo relaciona bom prognóstico à idade jovem, melhor função motora inicial, ausência de alteração de sinal medular e outros fatores. Comorbidades, instabilidade e estreitamento importante do canal pesam desfavoravelmente. É diferente de atribuir toda a evolução ao nome do tratamento escolhido (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Quando operar a síndrome central”).
Recuperar mais rápido e terminar melhor são desfechos diferentes. Uma das séries citadas mostrou melhora mais rápida com cirurgia precoce, mas sem diferença aos dois anos. Os autores descrevem uma estratégia de observar a recuperação e selecionar descompressão, em vez de operar obrigatoriamente todos os pacientes com o mesmo diagnóstico.
Assim, o gabarito B permanece para a prova, com a limitação explícita: não deve ensinar que todo jovem operado terá evolução superior à de qualquer jovem tratado sem cirurgia, nem que idosos não possam se beneficiar de uma indicação bem selecionada.
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