A classificação cirúrgica utilizada para avaliar a extensão axial e radial dos tumores primários da coluna, dividindo cada vértebra em 12 setores no plano axial e em cinco camadas concêntricas, é a
- TOMITA.
- ENNEKING.
- WEINSTEIN-BORIANI-BIAGINI.
- SINS (Spine Instability Neoplastic Scale).
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Conceito-chave
Quando se fala em tumor da coluna, há várias classificações com nomes parecidos, e cada uma responde a uma pergunta diferente. Separar as perguntas é o caminho para acertar esse tipo de questão.
A classificação de Weinstein, Boriani e Biagini (WBB) responde à pergunta "onde exatamente está o tumor dentro da vértebra?". Ela é usada nos tumores primários, em que o objetivo muitas vezes é tirar a lesão inteira, em bloco, com margem. No corte axial, a vértebra é dividida como um relógio em 12 setores, numerados no sentido horário. Do lado de fora para o de dentro, há 5 camadas concêntricas, de A a E: A são as partes moles fora do osso; B, o osso superficial; C, o osso profundo; D, o espaço fora do osso mas dentro do canal, fora da dura (epidural); e E, dentro da dura. A extensão no sentido do comprimento da coluna é dada pelo número de vértebras acometidas. Com esse mapa, o cirurgião decide se é possível uma vertebrectomia, uma ressecção sagital ou a ressecção do arco posterior.
As outras respondem a outras perguntas. Enneking faz o estadiamento oncológico dos tumores do sistema musculoesquelético, pela agressividade biológica e pelo compartimento, e não pela geometria da vértebra. Tomita descreve 7 tipos de extensão do tumor na vértebra e orienta a espondilectomia total em bloco, mas não usa setores e camadas. E o SINS pergunta outra coisa: se a coluna com metástase está instável, com uma pontuação de 0 a 18.
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