Em quadro de dor lombar axial aguda, há indicação para avaliação radiográfica quando o paciente
- é atleta.
- é portador de artrite reumatoide.
- busca compensação por dor lombar.
- tem crises álgicas uma vez ao ano que melhoram espontaneamente.
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Conceito-chave
A dor lombar aguda é uma das queixas mais comuns da medicina, e a imensa maioria dos casos é mecânica, benigna e melhora sozinha em poucas semanas. Por isso as diretrizes insistem em não pedir radiografia de rotina: ela não muda a conduta, expõe o paciente à radiação e costuma mostrar alterações degenerativas que não explicam a dor e só aumentam a preocupação.
A exceção são as bandeiras vermelhas, sinais que sugerem uma causa grave por trás da dor: idade acima de 50 anos, trauma significativo, febre, perda de peso inexplicada, história de câncer, uso prolongado de corticoide, déficit neurológico, suspeita de infecção ou de espondilite anquilosante. Nesses casos, a imagem se justifica.
A diretriz clássica da agência americana AHCPR, de 1994, a base desta questão, trazia também critérios que não são sobre a doença, e sim sobre o contexto. Um deles é o paciente que busca compensação pela dor lombar: perícia, acidente de trabalho, processo judicial. A imagem, nesse caso, entra pela necessidade de documentação médico-legal, e não por suspeita de doença grave. A mesma lista incluía abuso de álcool ou drogas.
As diretrizes mais novas dão menos peso a esses critérios psicossociais e se concentram nas bandeiras vermelhas clínicas, mas a pergunta se baseia na lista clássica. Entre as opções, é a única que constava como indicação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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