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Questão de Escoliose idiopática (TARO 2012)

ColunaEscoliose idiopáticaTARO 2012

O uso das órteses do tipo OTLS, para o tratamento da escoliose idiopática do adolescente, é indicado em curvas com ápice inferior a

  1. T6.
  2. T5.
  3. T4.
  4. T3.
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Gabarito: A · T6.

Conceito-chave

O colete na escoliose idiopática do adolescente não endireita a coluna para sempre. Ele serve para segurar a curva enquanto o esqueleto ainda cresce, para que ela não chegue ao ponto de precisar de cirurgia. O grande estudo que provou isso, o BrAIST, mostrou ainda um efeito de dose: quanto mais horas por dia o colete é usado, menor a chance de progressão. A indicação clássica é uma curva entre 25 e 40 a 45 graus de Cobb num paciente com crescimento restante (Risser 0 a 2, antes ou logo depois da menarca).

Para funcionar, o colete precisa empurrar a coluna exatamente no ápice da curva, que é a vértebra mais desviada e rodada. E aí entra a questão: até onde um colete consegue alcançar?

O TLSO (sigla em inglês para órtese toracolombossacral; em português, OTLS) é o colete que começa embaixo das axilas, como o de Boston. Ele consegue aplicar força em curvas com ápice em T7 ou abaixo, ou seja, abaixo de T6: curvas torácicas baixas, toracolombares e lombares. Para curvas com ápice mais alto, a parte de cima do colete simplesmente não chega lá.

Para essas curvas altas existia o CTLSO, o colete de Milwaukee, que tem um anel no pescoço com apoio no queixo e no occipício. Funciona, mas é muito mal tolerado por adolescentes e hoje é pouco usado. Há ainda os coletes noturnos de hiperinclinação, como o Charleston e o Providence, usados principalmente em curvas lombares ou toracolombares únicas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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