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Questão de Espondilólise e espondilolistese (TEPOP 2024)

ColunaEspondilólise e espondilolisteseTEPOP 2024

Sobre espondilólise e espondilolistese

  1. quando diagnosticada incidentalmente durante o rastreio da dor lombar é instável e crônica.
  2. a dor radicular é típica na criança, causando claudicação ou parada da deambulação.
  3. progressão do escorregamento > 50% ou presença de dor persistente são indicações de tratamento cirúrgico.
  4. nos casos sintomáticos, o tratamento inicial consiste em confecção de gesso toracolombar e repouso no leito.
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Gabarito: C · progressão do escorregamento > 50% ou presença de dor persistente são indicações de tratamento cirúrgico.

Conceito-chave

Esta questão é um teste de bom senso sobre espondilólise (a fratura por estresse da pars interarticularis, a ponte de osso atrás da vértebra) e espondilolistese (o escorregamento que pode vir depois). Vale ler cada afirmação com calma.

Quase todos esses pacientes são tratados sem cirurgia. O adolescente para o esporte que provoca a dor (ginástica, balé, lutas, qualquer gesto de hiperextensão repetida), faz fisioterapia para estabilizar o tronco e alongar os músculos de trás da coxa e, em casos selecionados, como uma lise aguda muito dolorosa, usa colete por um tempo. Depois volta aos poucos.

A cirurgia fica para três situações. Dor que persiste apesar de um tratamento conservador bem feito, geralmente depois de alguns meses. Escorregamento acima de 50%, o alto grau, ou progressão documentada, que numa criança em crescimento pode indicar cirurgia mesmo sem dor, porque a tendência é piorar. E déficit neurológico. As técnicas vão do reparo direto da pars, quando o escorregamento é pequeno e o disco está saudável, à artrodese de L5 com o sacro.

As outras afirmações têm erros clássicos. A lise encontrada por acaso, num paciente sem sintoma, costuma ser estável e só precisa de acompanhamento. Na criança, a dor típica é lombar, axial, que piora com a extensão; dor que desce pela perna é rara e tardia. E ninguém começa o tratamento com gesso toracolombar e repouso no leito: o tratamento moderno é ativo.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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