Nas deformidades congênitas por defeito de segmentação e/ou formação, a figura a seguir que apresenta maior risco de progressão da escoliose é a:

- 1.
- 2.
- 3.
- 4.
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Conceito-chave
Risco de progressão na escoliose congênita (McMaster)
Do menor para o maior risco:
- Vértebra em bloco (falha de segmentação bilateral): pouco risco.
- Vértebra em borboleta (fenda sagital): pouco risco. É a figura 1.
- Hemivértebra encarcerada / não segmentada: pouco risco.
- Hemivértebra totalmente segmentada: moderado a alto. Com duas do mesmo lado, alto.
- Barra unilateral (falha de segmentação de um lado): alto, porque um lado não cresce e o outro cresce.
- Barra unilateral + hemivértebra contralateral: o maior risco. Progressão rápida, indicação de cirurgia precoce.
Na figura
A figura 4 representa o padrão mais assimétrico, com um lado sem crescimento (barra) contra um lado com potencial de crescimento. É o de maior risco (ver o alerta sobre a leitura do esquema).
Tratamento
- Coletes não corrigem a escoliose congênita. No máximo, controlam curvas compensatórias.
- Cirurgia para curvas progressivas ou de alto risco:
- ressecção de hemivértebra com fusão curta;
- artrodese in situ;
- hemiepifisiodese convexa;
- hastes de crescimento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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