Na escoliose congênita, as más formações associadas mais comuns são
- fistula tráqueo-esofágica, renal e dos membros.
- do neuroeixo, cardíaca e do sistema genito-urinário.
- cardíaca, ânus imperfurado e dos membros.
- SPRENGEL, neuroeixo e fistula tráqueo-esofágica.
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Conceito-chave
A escoliose congênita nasce de vértebras mal formadas: uma metade de vértebra que não se formou (hemivértebra) ou duas vértebras que não se separaram de um lado (barra). O erro acontece muito cedo, entre a quarta e a oitava semana de gestação, e esse detalhe de calendário é a chave da questão.
Nessas mesmas semanas o embrião está formando outros órgãos ao mesmo tempo: o tubo neural, que vai virar medula, o coração e os rins e vias urinárias. Um problema que atrapalha o desenvolvimento da coluna nesse período tem boa chance de ter atrapalhado também algum desses vizinhos de calendário. Por isso a regra prática é: toda criança com escoliose congênita precisa ser investigada nesses três sistemas.
Na prática isso vira três exames. Ressonância de toda a medula, porque são comuns a medula presa, a diastematomielia (medula dividida por um septo) e a siringomielia, alterações que podem exigir neurocirurgia antes de qualquer correção da coluna. Ultrassom dos rins, porque agenesia ou rim em ferradura são frequentes. Ecocardiograma, pelas cardiopatias congênitas.
As outras alternativas misturam malformações que realmente aparecem em associações específicas, como a VACTERL (vertebral, anal, cardíaca, traqueoesofágica, renal e de membros) ou a síndrome de Klippel-Feil (fusão de vértebras cervicais, às vezes com escápula alta de Sprengel). Elas existem, mas o trio que se investiga em toda escoliose congênita é neuroeixo, coração e trato geniturinário.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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