A osteomielite da coluna, em relação a todos os casos de infecção óssea, corresponde a
- 3 a 5% dos casos.
- 6 a 8% dos casos.
- 10 a 12% dos casos.
- 13 a 15% dos casos.
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Conceito-chave
É uma daquelas questões de número que só se resolve sabendo o número, mas dá para entender o contexto. A infecção da coluna, chamada osteomielite vertebral ou espondilodiscite, representa apenas cerca de 3 a 5% de todas as infecções ósseas. Parece pouco, e é, se você somar tudo: as fraturas expostas infectadas, as infecções de prótese, o pé diabético, a osteomielite da criança nos ossos longos.
O curioso é que, mesmo sendo uma fatia pequena do total, ela é a forma mais comum de osteomielite que chega pelo sangue no adulto, principalmente depois dos 50 anos. A bactéria, quase sempre o Staphylococcus aureus, se instala no osso junto ao disco, onde o fluxo de sangue é lento, e dali invade o próprio disco. A região lombar é a mais atingida.
O grande problema dela é o atraso. A dor nas costas é arrastada, piora à noite, e só parte dos pacientes tem febre. Muitos passam semanas ou meses tratando uma "lombalgia" até alguém pedir uma VHS e uma PCR altas e, depois, uma ressonância com contraste. Antes de começar o antibiótico, sempre que o paciente estiver estável, tenta-se identificar o germe por hemocultura ou biópsia, porque o tratamento dura seis semanas ou mais e precisa estar certo. A cirurgia entra para déficit neurológico, abscesso comprimindo a medula, instabilidade ou falha do tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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