Na escoliose degenerativa do adulto, os sintomas de claudicação neurogênica
- melhoram com a flexão do tronco, assim como na estenose de canal lombar.
- melhoram com a flexão do tronco, ao contrário da estenose de canal lombar.
- não melhoram com a flexão do tronco, assim como na estenose de canal lombar.
- não melhoram com a flexão do tronco, ao contrário da estenose de canal lombar.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Duas doenças que se parecem
O idoso com estenose do canal lombar e o idoso com escoliose degenerativa chegam com a mesma queixa: dor e peso nas pernas quando andam. Mas o comportamento com a postura é diferente, e é isso que a questão quer.
Na estenose do canal clássica, a compressão é central. Fletir o tronco abre o canal, o ligamento amarelo se estica e o disco se retrai. Por isso o paciente melhora sentado, inclinado sobre o carrinho do supermercado, subindo ladeira.
O que muda na escoliose degenerativa
A escoliose degenerativa do adulto, também chamada de novo, aparece depois dos 50 anos porque discos e facetas se desgastam de forma desigual. A coluna lombar entorta, as vértebras giram e escorregam de lado umas sobre as outras (a subluxação rotatória), e os discos do lado côncavo colapsam. O aperto da raiz passa a ser sobretudo foraminal e no recesso lateral, do lado côncavo, preso pela rotação e pela perda de altura. Inclinar o tronco para a frente não desfaz nada disso.
Há ainda outro detalhe que ajuda a entender: muitos desses pacientes perderam a lordose e já andam curvados por desequilíbrio sagital. Se a flexão resolvesse, eles estariam aliviados o tempo todo, e não estão.
O tratamento cirúrgico, quando chega a ele, raramente é só descomprimir. Na maioria das vezes é preciso fundir e corrigir a deformidade, principalmente o alinhamento sagital.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo