É fator relacionado a progressão na escoliose idiopática do adolescente
- curva torácica
- gênero masculino
- ter um RISSER maior
- curva lombar simples
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Conceito-chave
O que se pergunta. Na escoliose idiopática do adolescente, desvio lateral da coluna com rotação das vértebras sem causa conhecida, a questão é quais características fazem a curva aumentar com o tempo (progressão).
O tipo de curva importa. As curvas são nomeadas pela região do ápice. As torácicas e as duplas (duas curvas principais) progridem mais do que as lombares e toracolombares isoladas. Além disso, curvas torácicas grandes, acima de cerca de 80 a 100 graus, deformam a caixa torácica e reduzem a capacidade pulmonar, o que torna essa progressão ainda mais relevante.
O crescimento restante. A curva piora sobretudo enquanto o esqueleto cresce. O sinal de Risser mede a maturidade pela ossificação da apófise da crista ilíaca, de 0 (imaturo) a 5 (maduro). Risser baixo, idade menor, antes da menarca e cartilagem trirradiada da pelve aberta significam mais crescimento pela frente e mais risco. Um Risser maior significa menos crescimento e menos risco.
Outros fatores. O sexo feminino progride várias vezes mais que o masculino com a mesma curva. Curvas maiores no diagnóstico e com mais rotação no ápice também progridem mais.
Depois da maturidade. Curvas abaixo de 30 graus raramente progridem. Curvas torácicas acima de cerca de 50 graus seguem aumentando em média 1 grau por ano na vida adulta; as lombares progridem mais quando há translação ou rotação importante.
Na prova: progridem mais as curvas torácicas, em meninas, com Risser baixo e curva grande.
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