A paresia dos músculos bíceps braquial e extensores radiais do carpo, assim como a diminuição do reflexo estilorradial, são características da lesão da raiz
- C5.
- C6.
- C7.
- C8.
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Conceito-chave
O paciente não consegue fletir o cotovelo e estender o punho com força normal, e o reflexo estilorradial está diminuído. Essas alterações convergem para C6. A chave é combinar movimentos e reflexo, em vez de escolher a raiz por um músculo isolado.
Na tabela do exame cervical, C6 é representada pelo bíceps e pela extensão do punho. Seu reflexo é o braquiorradial, também chamado estilorradial. Se o exame sensitivo for acrescentado, a face lateral do antebraço, o polegar e o indicador ajudam a completar esse conjunto (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “O exame neurológico”, tabela 48-1).
Compare com os níveis vizinhos: C5 é testada principalmente pelo deltoide e pelo reflexo bicipital; C7, pelo tríceps, flexão do punho e reflexo tricipital; C8, pelos flexores dos dedos e intrínsecos. Esses são marcadores clínicos da tabela, não a afirmação de que cada músculo receba fibras de uma única raiz.
Estender e fletir o punho localizam níveis diferentes no esquema da prova. Trocar o sentido do movimento leva de C6 para C7 mesmo sem trocar a articulação examinada.
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