No trauma raquimedular com choque neurogênico, são observadas as seguintes alterações clínicas
- bradicardia, débito urinário baixo e extremidades frias.
- taquicardia, débito urinário baixo e extremidades frias.
- bradicardia, débito urinário normal e extremidades quentes.
- taquicardia, débito urinário normal e extremidades quentes.
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Conceito-chave
O padrão clássico comparado pela questão é bradicardia, extremidades quentes e diurese preservada. A chave é a perda do comando simpático após a lesão medular: cai o tônus dos vasos e falta o estímulo que aceleraria o coração. A hipotensão, assim, pode vir acompanhada de frequência baixa.
Na hemorragia, a resposta compensatória habitual é diferente: taquicardia e vasoconstrição periférica, com pele fria e redução da perfusão renal. O resumo usa essa comparação para explicar o conjunto de pele e diurese cobrado nas provas; explicita que o capítulo destaca diretamente a frequência cardíaca como marca da diferença (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Choque neurogênico não é choque hipovolêmico”).
O padrão de prova não garante diurese normal em todo paciente real. Hipotensão importante, sangramento associado e outros problemas podem prejudicar a perfusão. O capítulo alerta que a maioria dos politraumatizados tem algum componente hipovolêmico: não se deve deixar de procurar hemorragia porque há bradicardia ou suspeita de choque neurogênico.
Leia a comparação no resumo da Biblioteca, mantendo a combinação clássica junto da ressalva sobre choques mistos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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