Paciente do sexo feminino, 40 anos, com fratura da extremidade distal do rádio. Os exames de imagem e a lâmina a seguir sugerem o diagnóstico de

- osteossarcoma.
- condroblastoma.
- condrossarcoma.
- tumor de células gigantes.
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Conceito-chave
O que as imagens mostram. As radiografias têm lesão lítica, expansiva e excêntrica na extremidade distal do rádio, chegando ao osso subcondral, com cortical adelgaçada e fratura. A ressonância mostra massa ocupando a epífise e a metáfise distais, com sinal intermediário e expansão da cortical. A lâmina tem células gigantes multinucleadas distribuídas de maneira uniforme entre células mononucleares ovoides, com hemácias extravasadas. Aos 40 anos, com a fise fechada, no rádio distal, terceira sede mais comum, e com lise epifisária até o subcondral, tudo converge para tumor de células gigantes.
O rádio distal é sede agressiva. A cortical é fina, a ruptura para partes moles é precoce e a recidiva após curetagem simples é maior. Com fratura e destruição extensa, considera-se a ressecção em bloco com reconstrução por enxerto de fíbula, artrodese ou translocação ulnar. Antes de qualquer conduta, cálcio e PTH para afastar tumor marrom e tomografia de tórax.
Na prova: adulto, rádio distal, lise subcondral e células gigantes uniformes é TCG.
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