No osteossarcoma o sítio de envolvimento mais frequente é a metáfise
- proximal da tíbía.
- distal da tibia.
- proximal do fêmur.
- distal do fêmur.
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Conceito-chave
Onde o osteossarcoma nasce. O osteossarcoma convencional surge nas metáfises dos ossos longos, exatamente nas regiões de crescimento mais rápido durante a adolescência. A hipótese é que a proliferação intensa dos osteoblastos nessa fase aumente a chance de alterações genéticas (como as de TP53 e RB1).
As localizações mais frequentes.
| Local | Frequência aproximada |
|---|---|
| Metáfise distal do fêmur | A mais comum (cerca de 40%) |
| Metáfise proximal da tíbia | Segunda (cerca de 20%) |
| Metáfise proximal do úmero | Terceira (cerca de 10%) |
A região do joelho (fêmur distal e tíbia proximal) concentra mais da metade dos casos. As fises do fêmur distal e da tíbia proximal são as que mais contribuem para o crescimento do membro inferior, o que reforça a relação com o crescimento.
O quadro. Adolescente com dor persistente perto do joelho, frequentemente atribuída a trauma esportivo, que piora à noite, e aumento de volume. A radiografia mostra lesão mista, mal delimitada, com destruição cortical, reação periosteal agressiva (triângulo de Codman, raios de sol) e massa de partes moles com formação óssea.
Investigação. Ressonância de todo o osso (para avaliar a extensão e as skip metástases), tomografia do tórax (o pulmão é o principal local de metástase), cintilografia ou PET e biópsia planejada pelo cirurgião que fará a ressecção, no trajeto da futura incisão.
Variantes. O osteossarcoma parosteal (de baixo grau) nasce na superfície posterior do fêmur distal e tem bom prognóstico; o periosteal é de grau intermediário, na diáfise da tíbia ou do fêmur; o telangiectásico imita o cisto ósseo aneurismático.
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