No tratamento do osteossarcoma, a avaliação do grau de necrose tumoral segundo HUVOS está relacionada à quimioterapia
- pré-operatória, com graus I e II acima de 90% de necrose.
- pós-operatória, com graus I e II abaixo de 90% de necrose.
- pré-operatória, com graus III e IV acima de 90% de necrose.
- pós-operatória, com graus III e IV abaixo de 90% de necrose.
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Conceito-chave
O que Huvos mede é a resposta histológica do osteossarcoma à quimioterapia pré-operatória. A avaliação é feita na peça ressecada, mas julga o tratamento que veio antes da cirurgia. O grau I tem menos de 50% de necrose; o II, de 50 a 90%; o III, mais de 90%, com focos de tumor viável; e o IV, 100% de necrose, sem tumor viável. A fronteira é de 90%: graus III e IV definem o bom respondedor, e I e II, o mau respondedor. É o melhor preditor isolado de sobrevida no osteossarcoma localizado.
Por que quimioterapia antes. Trata a doença micrometastática desde o início, reduz e delimita o tumor, facilitando a preservação do membro, dá tempo para fabricar a endoprótese sob medida e permite medir a resposta, informação que nenhuma outra abordagem fornece.
Na prova: Huvos avalia a quimioterapia pré-operatória, e o bom respondedor é grau III ou IV, com mais de 90% de necrose.
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