Nas lesões pseudotumorais, o infarto ósseo se apresenta na radiografia mais frequentemente como uma lesão
- diafisária, com centro calcificado.
- metafisária, com centro calcificado.
- diafisária, com periferia calcificada.
- metafisária, com periferia calcificada.
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Conceito-chave
A assinatura do infarto ósseo. É a necrose de um segmento de osso medular, de localização metafisária ou metadiafisária, com borda serpiginosa calcificada na periferia, em contorno de mapa ou de fumaça, e centro com densidade de gordura ou de osso normal. A borda é a interface entre osso morto e vivo, onde acontece a reação reparadora. As sedes são o fêmur distal, a tíbia proximal e o úmero proximal, e as causas são as mesmas da osteonecrose epifisária: corticoide, álcool, doença falciforme, doença descompressiva, lúpus, pancreatite e doença de Gaucher.
O diferencial que importa é o condrossarcoma de baixo grau, ou o encondroma, na mesma região. Nele a calcificação é central, em anéis e arcos ou em pipoca, com festonamento endosteal, e a lesão pode crescer e doer; o infarto tem calcificação periférica, é estável e assintomático. A ressonância confirma, com linha dupla em T2 na borda e centro com sinal de gordura preservado.
Na prova: infarto ósseo tem calcificação na periferia; tumor cartilaginoso tem calcificação no centro.
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