Masculino, 19 anos, vítima de queda de moto, apresentando fratura da diáfise do fêmur à esquerda. Diante do quadro, assinale a alternativa que apresenta indicações de ostessíntese com placa e parafuso para as fraturas diafisárias do fêmur.
- Canal medular estreito e joelho flutuante.
- Canal medular infectado e politraumatizado.
- Síndrome compartimental e canal medular estreito.
- Síndrome compartimental e obesidade.
- Obesidade e politraumatizado.
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Conceito-chave
O tratamento padrão da fratura diafisária do fêmur no adulto jovem é a haste intramedular. Por isso, a pergunta correta é: quando a haste não serve? O Rockwood lista as indicações de placa (cap. 57, Indications and Contraindications):
- canal medular extremamente estreito;
- fratura em torno de uma consolidação viciosa antiga;
- traço que se estende para a região pertrocantérica ou metafisária;
- lesão vascular associada que exige reparo;
- fratura ipsilateral de colo e diáfise;
- fratura junto de implantes prévios, inclusive periprotética;
- pseudoartrose da diáfise.
Convém lembrar o preço: a placa não divide carga como a haste. A posição excêntrica faz da carga imediata um risco muito maior de falha (cap. 57). Daí a lógica geral: placa só onde a haste não entra ou onde já se abriu a coxa por outro motivo. Uma coxa aberta para o reparo vascular, ou para descomprimir um compartimento, cria a oportunidade de fixar diretamente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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