Masculino, politraumatizado, dá entrada na emergência instável hemodinamicamente. Assinale a alternativa que apresenta cirurgias de emergência em pacientes instáveis.
- Revascularizações, fixação definitiva de ossos longos e fasciotomias.
- Revascularizações, fixação definitiva de ossos longos e fixação ventral de fraturas vertebrais instáveis.
- Revascularizações, fixação externa de ossos longos e fasciotomias.
- Fixação externa de ossos longos, fasciotomias e fixação ventral de fraturas vertebrais instáveis.
- Fixação externa de ossos longos, fixação ventral de fraturas vertebrais instáveis e fixação definitiva de ossos longos.
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Conceito-chave
No politrauma instável, a primeira operação deve salvar a vida e o membro sem acrescentar uma agressão cirúrgica longa. O controle de danos ortopédico estabiliza temporariamente fraturas de ossos longos, com frequência por fixador externo. Se há isquemia de extremidade, a reperfusão não pode esperar a osteossíntese definitiva; quando há síndrome compartimental, a fasciotomia precisa ser feita prontamente. A sequência exata entre estabilização e reparo vascular depende da lesão, do tempo de isquemia e da possibilidade de usar um desvio vascular temporário.
Placas ou hastes definitivas e reconstrução ventral de fratura vertebral podem ser necessárias depois, mas geralmente são adiadas até a ressuscitação e a melhora fisiológica. O objetivo é limitar tempo operatório, sangramento e o chamado segundo impacto inflamatório em quem já está em choque.
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