Nas radiografias da fratura do tornozelo, o espaço claro medial normal e o parâmetro mais confiável para avaliar a sindesmose são, respectivamente,
- menor que 5 mm; sobreposição tibiofibular.
- menor que 7 mm; sobreposição tibiofibular.
- menor que 5 mm; espaço claro tibiofibular.
- menor que 7 mm; espaço claro tibiofibular.
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Conceito-chave
O par solicitado é espaço claro medial menor que 5 mm e espaço claro tibiofibular como parâmetro mais confiável da sindesmose, alternativa C. Os nomes se parecem, mas medem relações diferentes.
O medial avalia o encaixe entre tálus e lado medial da tíbia e deve ser próximo ao espaço superior. O tibiofibular mede a separação entre os ossos da perna, a 10 mm da articulação; na tabela do resumo, acima de 5 mm sugere lesão. A sobreposição também informa sobre a sindesmose, porém varia mais com a rotação (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Parâmetros radiográficos”).
Mais confiável não significa infalível. Os limites são empíricos, e anatomia, rotação, ampliação e artrose interferem. A sobreposição pode até faltar em uma incisura rasa normal. O espaço claro é relativamente mais constante, motivo da preferência, mas não substitui a leitura do encaixe e a comparação anatômica.
Isso também explica por que não se deve usar 7 mm de espaço medial como normal apenas por existir um número parecido de sobreposição aceitável no AP. Uma medida de espaço não é uma medida de recobrimento; trocar os termos pode inverter a interpretação.
Por que esta questão foi criada. Ela compara medidas próximas no nome e diferentes na anatomia, destacando sua dependência da projeção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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