Na fratura de MAISONNEUVE com diástase da sindesmose, a conduta com a fratura proximal da fíbula e com a sindesmose são, respectivamente,
- não fixar; fixação da sindesmose.
- não fixar; gesso sem fixação da sindesmose.
- placa na fíbula proximal; fixação da sindesmose.
- placa na fíbula proximal; sem fixação da sindesmose.
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Conceito-chave
Na Maisonneuve com diástase, o alvo não é colocar uma placa junto ao joelho: em geral não se fixa a fíbula proximal, mas se reduz e fixa a sindesmose, alternativa A.
A fratura proximal é parte de uma lesão de pronação-rotação externa com falha medial e sindesmótica. O problema funcional está no encaixe do tálus. Restaurar a relação distal entre tíbia e fíbula resolve uma necessidade que o gesso isolado ou a simples fixação do osso proximal não atendem (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Maisonneuve” e “Sindesmose”).
Explorar o foco proximal acrescenta um risco desnecessário. O fibular comum passa nessa região e pode ser lesado durante a abordagem. O resumo separa a fíbula do terço distal, que frequentemente recebe placa para controlar sua posição, das fraturas acima disso, em que o usual é estabilizar a sindesmose sem expor a fíbula.
A redução precisa ser anatômica. A radioscopia pode não detectar erros de rotação na incisura, e, se a congruência não puder ser confirmada, o capítulo admite redução aberta. O implante escolhido não compensa uma redução distal ruim.
Por que esta questão foi criada. Ela impede que o aluno trate o local radiográfico mais distante e deixe sem estabilização a lesão que torna o tornozelo instável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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